Quiçá o amor seja mesmo algo inesperadamente bom.
Talvez esse venha como um meio de busca para acalmar a alma de cada desafortunado ser que está sujeito a ele encontrar o afago que o ego tanto anseia.
Espera-se também que ele não tenha a intenção de vulnerabilizar o órgão pulsante que o faz remeter sentido a vida, pois sem esse o que seríamos nós?
Basta entender que quando se trata desse afeto usam-se armas brancas e invisíveis, que porventura,podem vir a escalavrá-lo de tal forma que poderão atingir o mais alto pico de inconsciência, e assim torná-lo submisso à um domínio sem semblante.
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